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- XANA ABREU
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Criação e design: Miguel Leitão

Gestão website: David Alves

Textos de José Luís Peixoto, Vasco Sacramento, David Alves e Xana Abreu

Todos os direitos reservados.

XANA ABREU

Xana Abreu nasceu em 1975, em Lisboa.

 

Frequentou a Escola António Arroio (artes plásticas) e posteriormente a Faculdade de Belas Artes da Universidade de Lisboa (artes plásticas / pintura). 

"O maior desafio da Humanidade, o mais difícil e complexo, é encararmos todos os seres vivos como parte da nossa família. Estamos todos ligados e dependemos uns dos outros. Enquanto artista, também desejo contribuir para a compreensão e aceitação do outro e promover uma convivência em harmonia através de obras viscerais mas serenadas por composições poéticas.

 

Por sermos todos uma única família, com as suas diferenças demasiado marcadas e valorizadas no mundo em que vivemos, tento através da minha arte colaborar para o movimento de crescente tolerância que pulsa na nossa sociedade, fundindo e suavizando essas diferenças, misturando seres, metamorfoseando, criando animais humanizados e humanos animalescos, valorizando as relações entre eles mas abordando também os receios, a cobiça, as invejas e todos os ingredientes que tornam mais difícil a compreensão e aceitação."

Xana Abreu was born in 1975, in Lisbon, Portugal.

 

She attended the António Arroio Art School and later the Lisbon College os Arts (painting course).

"Humanity's greatest challenge, the most difficult and complex, is to view all living beings as part of our family. We are all connected and depend on each other. My goal as an artist is to contribute to the understanding and acceptance of the other and to promote coexistence in harmony through visceral works in serene and poetic compositions.

 

Because we are all one family, with differences too marked and valued in the world in which we live, I try through my art to collaborate with the movement of increasing tolerance that pulses in our society, merging and smoothing those differences, mixing beings, metamorphosing, painting humanized animals and animalized humans, valuing relationships but also addressing fears, greed, envy and all the ingredients that make understanding and acceptance more difficult."